IV
A Luana deitou-se a pensar nos seus amigos Branquinha e Malhadinho.
No dia seguinte quando se levantou foi ter com os seus borreguinhos e disse:
- Bom dia, amigos !
E eles responderam:
- Bom dia, Luana!
Ela, muito admirada, perguntou:
- Porque é que vocês não falaram com o meu pai?
E eles responderam:
- Sabes Luana, nós não falámos com o teu pai porque tivemos medo que ele nos separasse de ti. Como tu já reparaste nós somos diferentes dos outros animais porque falamos e o teu pai podia querer-nos vender para ganhar muito dinheiro.
A Luana ficou a olhar para eles e a pensar que eles tinham razão.
Então combinaram que aquele segredo ia ser só deles os três.
Autora: Luana Madeira 13-01-2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A nossa história
I
Era uma vez uma menina chamada Luana que vivia num monte alentejano.
Um dia o seu pai decidiu comprar uma borrega e um borrego. A Luana resolveu pôr-lhes nomes. Como a borrega era branca chamou-lhe Branquinha e ao borrego chamou-lhe Malhadinho porque tinha uma mancha numa pata.
Todos os dias a Luana ia cantar uma canção à Branquinha e ao Malhadinho.
A canção era assim:
«Gosto muito de vocês
Eu adoro-vos aos dois
Agora ficam aqui
Que eu volto cá depois»
Autora: Ana Rita Data: 09/01/2010
II
Um dia, a Luana pediu ao pai se podia ir passear com a Branquinha e o Malhadinho .
O pai respondeu:
- Claro que sim! Mas tem CUIDADO!
E a Luana e os borreguinhos foram passear. Mais tarde, a Luana olhou para trás e reparou que eles não vinham lá.
- Perderam-se ! – pensou a Luana que, aflita, correu para o pai (que se chamava António) que disse assim:
- O que se passou ?
- Os borregos desapareceram, pai ! O que vou fazer ?
- Tem calma, tudo se irá resolver! Volta atrás pelo mesmo caminho e irás encontrá-los!
A Luana foi ver se os encontrava .
Encontrou–os a jogar às cartas escondidos numa casa abandonada .
- És tu , Branquinha? E tu, Malhadinho ?
- Sim. Somos nós .
- Ai que tenho dois borreguinhos falantes ! ?! - disse a Luana, admirada...
Constança 11-01-2010
III
- Ainda bem que vos encontrei aí, meus borreguinhos falantes! Já estava muito preocupada convosco. Pensei que vos tinha perdido. Agora já não estou preocupada porque já vos encontrei meus amigos.
Depois foram para casa pois já estava a anoitecer .
Logo à chegada, Luana foi dizer ao pai que os tinha encontrado. Satisfeito, o pai deu-lhe um beijinho e disse que ela tinha feito muito bem em ter ido à procura deles.
Mais tarde, Luana voltou ao encontro do pai e disse:
- Sabes pai ? Os borreguinhos falam...
O pai, muito admirado, com o que a filha lhe dissera foi ao encontro deles e tentou que eles lhe falassem mas eles não disseram nada.
A Luana, ao ver que eles não falavam com o pai, percebeu que era magia e que os seus borreguinhos só falavam com a sua dona.
Autora : Laura Vieira 13-01-2010
Era uma vez uma menina chamada Luana que vivia num monte alentejano.
Um dia o seu pai decidiu comprar uma borrega e um borrego. A Luana resolveu pôr-lhes nomes. Como a borrega era branca chamou-lhe Branquinha e ao borrego chamou-lhe Malhadinho porque tinha uma mancha numa pata.
Todos os dias a Luana ia cantar uma canção à Branquinha e ao Malhadinho.
A canção era assim:
«Gosto muito de vocês
Eu adoro-vos aos dois
Agora ficam aqui
Que eu volto cá depois»
Autora: Ana Rita Data: 09/01/2010
II
Um dia, a Luana pediu ao pai se podia ir passear com a Branquinha e o Malhadinho .
O pai respondeu:
- Claro que sim! Mas tem CUIDADO!
E a Luana e os borreguinhos foram passear. Mais tarde, a Luana olhou para trás e reparou que eles não vinham lá.
- Perderam-se ! – pensou a Luana que, aflita, correu para o pai (que se chamava António) que disse assim:
- O que se passou ?
- Os borregos desapareceram, pai ! O que vou fazer ?
- Tem calma, tudo se irá resolver! Volta atrás pelo mesmo caminho e irás encontrá-los!
A Luana foi ver se os encontrava .
Encontrou–os a jogar às cartas escondidos numa casa abandonada .
- És tu , Branquinha? E tu, Malhadinho ?
- Sim. Somos nós .
- Ai que tenho dois borreguinhos falantes ! ?! - disse a Luana, admirada...
Constança 11-01-2010
III
- Ainda bem que vos encontrei aí, meus borreguinhos falantes! Já estava muito preocupada convosco. Pensei que vos tinha perdido. Agora já não estou preocupada porque já vos encontrei meus amigos.
Depois foram para casa pois já estava a anoitecer .
Logo à chegada, Luana foi dizer ao pai que os tinha encontrado. Satisfeito, o pai deu-lhe um beijinho e disse que ela tinha feito muito bem em ter ido à procura deles.
Mais tarde, Luana voltou ao encontro do pai e disse:
- Sabes pai ? Os borreguinhos falam...
O pai, muito admirado, com o que a filha lhe dissera foi ao encontro deles e tentou que eles lhe falassem mas eles não disseram nada.
A Luana, ao ver que eles não falavam com o pai, percebeu que era magia e que os seus borreguinhos só falavam com a sua dona.
Autora : Laura Vieira 13-01-2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Há já bastante tempo que não damos notícias mas...
Há já mais de 2 meses que não damos notícias mas continuamos cá...
A Internet da escola tem andado irregular o que dificulta a publicação directa de trabalhos.
Vamos tentar recomeçar a publicação regular de alguns dos nossos produtos.
A semana passada começámos a escrever uma história.
Rotativamente, há um aluno que , em casa e no computador, vai escrevendo/acrescentando parte da história.
Depois , na escola, lemos e melhoramos o que foi escrito.
Já vamos na terceira parte.
A partir de amanhã vamos começar a publicar a nossa história! Até amanhã!
A Internet da escola tem andado irregular o que dificulta a publicação directa de trabalhos.
Vamos tentar recomeçar a publicação regular de alguns dos nossos produtos.
A semana passada começámos a escrever uma história.
Rotativamente, há um aluno que , em casa e no computador, vai escrevendo/acrescentando parte da história.
Depois , na escola, lemos e melhoramos o que foi escrito.
Já vamos na terceira parte.
A partir de amanhã vamos começar a publicar a nossa história! Até amanhã!
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
As nossas ervilhas de cheiro
No dia 26 de Outubro, pusemos as ervilhas de cheiro em algodão húmido dentro de um copo.
No dia seguinte fomos ver e as sementes estavam mais gordas.
No dia 29 algumas já tinham germinado e já se via a raiz!
No dia 30 todos já tinham ervilhas germinadas e em algumas já se via uma partezinha verde que é o caule.
Todos os alunos estão contentes!
E a professora também!
No dia seguinte fomos ver e as sementes estavam mais gordas.
No dia 29 algumas já tinham germinado e já se via a raiz!
No dia 30 todos já tinham ervilhas germinadas e em algumas já se via uma partezinha verde que é o caule.
Todos os alunos estão contentes!
E a professora também!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
visitas de estudo
As nossas plantas
Não temos dado notícias sobre o que temos vindo a fazer e a estudar sobre plantas, mas já fizemos algumas coisas:
. mudámos as plantas que tinhamos do ano passado de vaso porque foram atacados por formigas;
. reproduzimos plantas por estaca (pusemos estacas de plantas em água. Ficaram com raízes. Pusemo-las em vasos com terra.)
Hoje cada um pôs 3 sementes de ervilhas de cheiro com algodão húmido dentro de um copo !
VAMOS VER O QUE ACONTECE!
. mudámos as plantas que tinhamos do ano passado de vaso porque foram atacados por formigas;
. reproduzimos plantas por estaca (pusemos estacas de plantas em água. Ficaram com raízes. Pusemo-las em vasos com terra.)
Hoje cada um pôs 3 sementes de ervilhas de cheiro com algodão húmido dentro de um copo !
VAMOS VER O QUE ACONTECE!
sábado, 17 de outubro de 2009
A nossa turma
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Por que é que os elefantes têm orelhas tão grandes 3
Já temos as histórias prontas e aqui vão elas.
Falta aqui a da Rita (3º ano) e Constança (2º ano) que estava tão boa que não precisou de ser trabalhada e que já foi publicada.
Hoje, o Pedro foi outra vez à nossa turma e entregámos-lhe uma cópia das histórias.
Falámos também sobre os direitos de autor e isto porque algumas são parecidas com a história que nos contou sobre a razão das trombas dos elefantes serem grandes. Os alunos desta turma vão ter mais atenção ao assunto quando escreverem textos.
POR QUE É QUE OS ELEFANTES TÊM ORELHAS TÃO GRANDES
Hipótese 1:
Era uma vez um elefante sem orelhas.
O elefante um dia bateu numa roseira e ficou preso por um pico e ficou agarrado à roseira e tentou puxar, puxar e quando viu já tinha a orelha grande .
No dia seguinte, desviou-se da roseira mas do outro lado também havia uma roseira e ficou lá preso e a orelha ficou grande como a primeira. Depois foi ao pé da mãe e a mãe disse:
- Oh filho, o que é que te aconteceu ?
- Eu não tenho culpa. Bati com as orelhas numas roseiras e quando dei conta já tinha as orelhas grandes. Vou mostrar ao pai.
- Oh pai, gostas das minhas orelhas novas ?
E o elefante pai respondeu o mesmo do que a mãe:
- Oh filho, o que é que te aconteceu ?
O elefantezinho explicou ao pai o que tinha acontecido. Depois o pai e a mãe foram fazer o mesmo porque o filho podia fazer vento com as suas grandes orelhas e a história chegou ao fim!
Jéssica(3º ano) e Tiago (2º ano)
Hipótese 2:
Era uma vez um elefante bonito mas uma vez o macaco puxou-lhe as orelhas e as orelhas ficaram grandes como uma roda. O pai e a mãe disseram:
- Estás tão feio, filho !
Passado uns dias ele foi para a selva e os animais ficaram admirados logo viram que ele assustava as moscas.
O pai perguntou:
- Filho, como te cresceram estas orelhinhas ?
- O macaco puxou-me as orelhas.
- Como assim ?
- Eu estava andando e pisei uma flor linda e o macaco puxou-me as orelhas.
E o pai disse :
- Eu também quero umas orelhas grandes! Vamos lá pisar essa flor !
- Está bem !
O pai pisou a flor, o macaco puxou-lhe as orelhas e as orelhas ficaram grandes.
Os outros elefantes foram todos lá pisar as flores porque todos queriam ter umas orelhas grandes como uma roda para afastar as moscas.
Artur (3º ano) Ruben (2º ano)
Hipótese 3:
Era uma vez um elefante que foi perguntar à mãe :
- O que é que os monstros comem ?
E a mãe disse:
- Pára ! Não digas mais isso!
O elefante ficou triste e foi perguntar ao pai :
- Pai… Pai… O que é que os monstros comem ?
-Tu não fales nisso! - disse o pai
Foi perguntar ao velho macaco:
- Ó macaco, o que é que os monstros comem ?
- uu aa !
Foi ao velho lago e perguntou assim :
-Ó monstro, o que é que tu comes ?
E quando se virou já tinha as orelhas grandes porque o monstro lhas tinha puxado.
Laura(3º ano) Pablo (2º ano)
Hipótese 4:
Era uma vez um elefante que não tinha orelhas e perguntava tudo aos animais. Um dia foi perguntar à mãe:
- Ó mãe, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, filho!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi perguntar ao pai a mesma coisa :
- Ó pai, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, filho!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi perguntar ao macaco a mesma coisa :
- Ó macaco, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, elefante pequeno!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
O elefante pequeno foi perguntar ao orangotango a mesma coisa :
- Ó orangotango, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, elefante pequeno !
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi ao lago e disse:
- O que é que os jacarés comem?
E apareceram dois jacarés que puxaram as orelhas pequenas do elefante e as orelhas ficaram muito grandes. Luana(3ºano) Joana (2º ano)
Falta aqui a da Rita (3º ano) e Constança (2º ano) que estava tão boa que não precisou de ser trabalhada e que já foi publicada.
Hoje, o Pedro foi outra vez à nossa turma e entregámos-lhe uma cópia das histórias.
Falámos também sobre os direitos de autor e isto porque algumas são parecidas com a história que nos contou sobre a razão das trombas dos elefantes serem grandes. Os alunos desta turma vão ter mais atenção ao assunto quando escreverem textos.
POR QUE É QUE OS ELEFANTES TÊM ORELHAS TÃO GRANDES
Hipótese 1:
Era uma vez um elefante sem orelhas.
O elefante um dia bateu numa roseira e ficou preso por um pico e ficou agarrado à roseira e tentou puxar, puxar e quando viu já tinha a orelha grande .
No dia seguinte, desviou-se da roseira mas do outro lado também havia uma roseira e ficou lá preso e a orelha ficou grande como a primeira. Depois foi ao pé da mãe e a mãe disse:
- Oh filho, o que é que te aconteceu ?
- Eu não tenho culpa. Bati com as orelhas numas roseiras e quando dei conta já tinha as orelhas grandes. Vou mostrar ao pai.
- Oh pai, gostas das minhas orelhas novas ?
E o elefante pai respondeu o mesmo do que a mãe:
- Oh filho, o que é que te aconteceu ?
O elefantezinho explicou ao pai o que tinha acontecido. Depois o pai e a mãe foram fazer o mesmo porque o filho podia fazer vento com as suas grandes orelhas e a história chegou ao fim!
Jéssica(3º ano) e Tiago (2º ano)
Hipótese 2:
Era uma vez um elefante bonito mas uma vez o macaco puxou-lhe as orelhas e as orelhas ficaram grandes como uma roda. O pai e a mãe disseram:
- Estás tão feio, filho !
Passado uns dias ele foi para a selva e os animais ficaram admirados logo viram que ele assustava as moscas.
O pai perguntou:
- Filho, como te cresceram estas orelhinhas ?
- O macaco puxou-me as orelhas.
- Como assim ?
- Eu estava andando e pisei uma flor linda e o macaco puxou-me as orelhas.
E o pai disse :
- Eu também quero umas orelhas grandes! Vamos lá pisar essa flor !
- Está bem !
O pai pisou a flor, o macaco puxou-lhe as orelhas e as orelhas ficaram grandes.
Os outros elefantes foram todos lá pisar as flores porque todos queriam ter umas orelhas grandes como uma roda para afastar as moscas.
Artur (3º ano) Ruben (2º ano)
Hipótese 3:
Era uma vez um elefante que foi perguntar à mãe :
- O que é que os monstros comem ?
E a mãe disse:
- Pára ! Não digas mais isso!
O elefante ficou triste e foi perguntar ao pai :
- Pai… Pai… O que é que os monstros comem ?
-Tu não fales nisso! - disse o pai
Foi perguntar ao velho macaco:
- Ó macaco, o que é que os monstros comem ?
- uu aa !
Foi ao velho lago e perguntou assim :
-Ó monstro, o que é que tu comes ?
E quando se virou já tinha as orelhas grandes porque o monstro lhas tinha puxado.
Laura(3º ano) Pablo (2º ano)
Hipótese 4:
Era uma vez um elefante que não tinha orelhas e perguntava tudo aos animais. Um dia foi perguntar à mãe:
- Ó mãe, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, filho!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi perguntar ao pai a mesma coisa :
- Ó pai, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, filho!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi perguntar ao macaco a mesma coisa :
- Ó macaco, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, elefante pequeno!
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
O elefante pequeno foi perguntar ao orangotango a mesma coisa :
- Ó orangotango, o que é que os jacarés comem ?
- Cala-te, elefante pequeno !
- Por que é que eu não posso dizer o que é que os jacarés comem?
E o elefante pequeno foi ao lago e disse:
- O que é que os jacarés comem?
E apareceram dois jacarés que puxaram as orelhas pequenas do elefante e as orelhas ficaram muito grandes. Luana(3ºano) Joana (2º ano)
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Por que é que os elefantes têm orelhas tão grandes 2
Hoje distribuí aos alunos , organizados em pares, as 4 histórias que inventaram a semana passada (já passadas a computador).
Estiveram a identificar as personagens e as falas de cada uma nas 4 histórias, colorindo cada uma com um código pré-definido.
Feito isso, cada par de autores, no computador, fez a marcação das falas (parágrafo e travessão).
Depois, já com professora e par/autor, seguiu-se um trabalho de pontuação mais cuidado e também de extensão de algumas frases ou ideias. Ainda só se acabou uma história. Amanhã continuaremos...
Quando todas estiverem prontas, publicaremos as versões finais.
Estiveram a identificar as personagens e as falas de cada uma nas 4 histórias, colorindo cada uma com um código pré-definido.
Feito isso, cada par de autores, no computador, fez a marcação das falas (parágrafo e travessão).
Depois, já com professora e par/autor, seguiu-se um trabalho de pontuação mais cuidado e também de extensão de algumas frases ou ideias. Ainda só se acabou uma história. Amanhã continuaremos...
Quando todas estiverem prontas, publicaremos as versões finais.
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